Casal que teve filha morta afogada em ônibus tem indenização aumentada

Publicado por 23 de agosto de 2018 às 09:09

Cinco anos após ter a filha de seis anos morta afogada dentro de um ônibus escolar em Ceilândia, a Justiça determinou, em 2ª Instância, o aumento da sentença contra o Governo do Distrito Federal (GDF). A defesa dos pais entrou com recurso para alterar a decisão de 1ª Instância. No entanto, ainda cabe recurso ao governo local.

A Justiça entendeu que não se pode afastar a responsabilidade do ente público quando comprovada a falha da empresa contratada, que foi eleita pela própria Administração, após processo de licitação.

Os desembargadores também entenderam que a Rodoeste Transportes, empresa contratada pelo GDF para realizar o transporte escolar, cometeu um erro gravíssimo e que levou o óbito da estudante Giovana Moraes de Oliveira. No entanto, não desresponsabilizou o Distrito Federal pelo ocorrido.

Correio solicitou o posicionamento do GDF, mas até a última atualização não houve resposta.

Entenda o caso

Giovana Moraes de Oliveira, 6 anos, morreu afogada durante um forte temporal que atingiu Ceilândia em 8 de outubro de 2013. Um ônibus escolar quebrou por volta das 18h30, próximo ao viaduto da EQNN 5/7, e foi tomado pela água.

Na ocasião, quatro crianças precisaram ser encaminhadas ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). No entanto Giovana morreu ao chegar na unidade de saúde. Os médicos constataram o afogamento e deixaram as outras três vítimas em estado de observação.

Fonte:correiobraziliense

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